quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Convulsionários

Convulsionários

No capítulo IX da parte segunda do livro dos espíritos é tratado sobre o tema convulsionários, assunto abordado no presente texto. Os espíritos desempenham um papel muito grande nos fenômenos chamados convulsionários, mas o charlatanismos exploram e exageram esses efeitos que os fazem cair no ridículo. Dando muita ênfase aos efeitos perdendo assim a verdadeira essência das coisas. Então, o Convulsionário, vem de convulsão, um estado de êxtase extremo onde a pessoa, ao manifestar o espírito, deflagra reações de convulsão.

Os espíritos que participam desses fenômenos possuem uma natureza pouca elevada, espíritos de baixa luz, zombeteiros. Mas quem os atraem são as pessoas, pois como é dito: os semelhantes se atraem. Um espírito mentiroso não pode influenciar uma pessoa que não gosta de mentiras, tem que ter uma sintonia entre os dois. Toda tribulação causada pelos espíritos maus às pessoas, são devido ao fato de essas pessoas alimentarem ideias ruins. E em alguns casos há o efeito simpatia que faz com que a comunicação seja feita com mais facilidade. As pessoas, se magnetizando junto aos espíritos inferiores, entram numa espécie de sonambulismo desperto, ou seja, a pessoa está acordada, mas dormindo para a realidade. 


Outra faculdade que se nota  nos convulsionários é a insensibilidade física, muitas das vezes, exclusivo do efeito magnético. Em outras, a exaltação do pensamento provoca um anestésico. Pode-se usar uma analogia a uma pessoa que tivesse se machucado em uma briga e só o percebesse depois na calmaria. Os maus espíritos procuram por pessoas semelhantes. Se quiserem a companhia de espíritos puros, buscai a pureza.

Os guias de Umbanda sempre nos dizem: “Orai e Vigiai”. Deve-se sempre vigiar por onde anda ou o que sente, pois tudo isso atrai espíritos. Se estiver em algum lugar que remeta tristeza (negatividade), logo virão espíritos negativos, e vice-versa se sua sintonia estiver também negativa. Tudo isso é magnetismo e concluímos que se queremos a companhia de espíritos puros, é necessário buscarmos a pureza.

Kah de Obá

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