Seja Bem Vindo, o nosso objetivo é a divulgação dos trabalhos de umbanda e expandir o aprendizado de nosso Terreiro de Umbanda a todos interessados.
Axé e bons estudos.
Na umbanda, temos o sincretismo entre Orixás e Santos católicos. Algumas vertentes de Umbanda usam desse sincretismo e algumas não, isso varia de acordo com a casa.
O sincretismo foi surgindo com escravidão, pois, como não era permitido a expressão de sua fé, os escravos, para não serem castigados, associavam os seus Orixás a Santos católicos, de acordo com suas características semelhantes.
Hoje, não precisamos mais esconder nossa fé. Mas, para a melhor compreensão do Orixá, tanto para nós, umbandistas, quanto para quem não é, usamos do sincretismo.
A umbanda cultua os nossos ancestrais brasileiros, sendo um deles os Caboclos, que são arquétipos dos índios brasileiros que habitavam nossas terras, com isso, vemos a importância do estudo de algumas tribos que viviam em nosso país. Hoje vamos escrever sobre a Tribo dos Guajajaras
Os Guajajaras, também conhecidos como Tenetehara, são os povos indígenas que habitavam principalmente o estado do Maranhão, no Brasil. São umas das tribos mais populosas do país e a palavra “guajajara” significa “donos do cocar”. Eles são parte do tronco linguístico Tupi-Guarani e têm uma história rica e diversa, com uma cultura marcante e uma forte conexão com as terras onde vivem. Possuem uma longa história de resistência e luta por seus direitos territoriais e culturais. Enfrentaram muitos desafios ao longo dos anos, incluindo a colonização portuguesa, a expansão da fronteira agrícola, o desmatamento e a invasão de suas terras por madeireiras e grileiros.
Essa tribo é conhecida por suas habilidades artísticas e artesanais. Os Guajajaras têm uma rica tradição oral, transmitindo conhecimentos, histórias e mitos de geração em geração por meio de contos, lendas e músicas. Essas histórias ajudam a preservar a identidade cultural e os valores desse povo.
A espiritualidade dos Guajajaras, como a de muitos outros povos indígenas, é bastante enraizada em sua conexão com a terra, a natureza e os espíritos ancestrais. Os Guajajaras têm uma relação espiritual íntima com a natureza e consideram a terra, as águas, as florestas e os animais como seres sagrados. Eles acreditam que todos os elementos da natureza possuem espíritos e devem ser respeitados e protegidos. Essa tribo veneram seus ancestrais e acreditam na existência de espíritos dos antepassados que continuam a influenciar a vida cotidiana das comunidades. Realizam rituais e cerimônias para honrar e se comunicar com esses espíritos, buscando orientação, proteção e bênçãos.
A prática do xamanismo é importante para os Guajajaras. Os xamãs, também conhecidos como pajés, desempenham um papel como mediadores entre o mundo dos humanos e o mundo espiritual, conduzem rituais de cura, proteção espiritual e adivinhação, além de preservar e transmitir conhecimentos tradicionais. Realizam uma variedade de rituais e cerimônias ao longo do ano para marcar eventos importantes, como nascimentos, casamentos, colheitas e passagens para a vida após a morte. Esses rituais muitas vezes envolvem danças, cânticos, oferendas e o uso de plantas medicinais.
Os Guajajaras acreditam na importância de manter o equilíbrio e a harmonia com o meio ambiente e com os outros seres humanos, seguem uma série de tabus e restrições relacionadas ao contato com os espíritos e ao uso de certos recursos naturais. Eles evitam certos locais considerados sagrados, bem como algumas práticas que possam perturbar o equilíbrio espiritual e ambiental.
Embora haja uma diversidade de crenças e práticas espirituais entre os povos indígenas do Brasil, quando falamos de religião, a Umbanda é mais frequentemente associada às populações urbanas e à miscigenação cultural que ocorreu ao longo da história do Brasil. A Umbanda é uma religião com diversos rituais, sendo cada casa tendo os seus costumes baseados naquilo que se cultua dentro desse local e quando estudamos um pouco mais sobre cada uma dessas tribos, podemos ver o quanto a ancestralidade nos ajuda a evoluir e entender os dias de hoje.
Enquanto alguns indivíduos ou comunidades indígenas podem ter interações ou influências da Umbanda, ela não é uma parte integral das tradições espirituais dos Guajajaras, pois, cada grupo indígena tem suas próprias crenças, rituais e tradições espirituais que são distintas e únicas para sua cultura e identidade, Porém, mesmo assim, não devemos esquecer a importância de estudar a história dos nossos ancestrais, pois, é o que influencia em sua grande maioria os nossos rituais atualmente.
Bem-estar significa a saúde no seu sentido mais amplo, seja do corpo ou da mente. O bem-estar físico é a condição global do corpo em relação ao corpo físico, já o bem-estar emocional está ligado à capacidade de lidar com os sentimentos despertados em diversas situações da vida.
Muitos pensam que eles não estão ligados, pelo contrário, eles têm uma relação de dependência. Pare para pensar, se você não estiver bem emocionalmente consequentemente também não estará fisicamente. Podendo, inclusive, aparecer doenças no corpo físico, decorrentes do emocional, sendo que o contrário também pode acontecer.
Por isso é muito importante cuidarmos dos dois, tanto do bem estar físico quanto do emocional, encontrando um equilíbrio.
Nesse texto irei colocar relatos vividos e experiências adquiridas ao fazer e utilizar as minhas guias de proteção. Vejo que as guias de proteção são fundamentais para entendermos melhor sobre o Terreiro, mas antes de tudo vou explicar bem resumido como são feitas as guias usadas na Tenda Caboclo Sete Flechas e Jurema.
As guias de proteção são feitas pelo próprio médium que irá usa-las, com todo um ritual específico para cada uma delas, pois cada guia tem sua simbologia. Depois de prontas elas são entregues ao dirigente espiritual, o Caboclo Sete Flechas, para devida consagração e após feito tudo isso, elas podem ser usadas em lugares específicos.
Sabendo disso comecei a fazer as minhas guias de proteção, escolhi dias e horários para cada uma delas, ao fazê-las não me contive com tantos pensamentos e emoções. Em meio a esses pensamentos o que mais me chamou a atenção foi imaginar aspectos semelhantes entre guias de proteção e pessoas, explicando de forma bem simples, as guias de proteção são feitas de miçangas, sendo cada migro um diferente de outro, cada cor, tamanhos e formas, podendo se enganar olhando superficialmente.
Refleti ainda mais e passei a observar que somos sim diferentes uns dos outros, não só porque estamos dentro de um Terreiro somos iguais ou melhores entre nós e nem com pessoas do no nosso convívio e se olharmos superficialmente iremos nos enganarmos fazendo um pré conceito ao próximo. Vejo que cada pessoa tem suas características, sua forma de pensar e agir, suas feridas, cicatrizes e curas, acredito que cada um tem o seu propósito de estar no Terreiro, mas todos pela mesma causa, o Amor, a Caridade e Igualdade.
Quando comecei a usar as guias de proteção no meu dia a dia e lugares devidos, passei a prestar mais atenção nas minhas atitudes, falas e aos que me rodeiam. Ouvi de tudo, coisas boas e não tão boas, mas com o pensamento de como eu amo esse meu modo de vida, como a espiritualidade trabalha grandiosamente conosco, como sou grato por participar da vida de cada um nessa jornada e tento absorver tudo o que é me ensinado. Dentro ou fora do terreiro, sei que as guias de proteção carregam a minha essência o meu querer, sem tudo isso elas são apenas miçangas. Amo cada um sem distinção!
Depois dessa reflexão e vivência conduzo o final desse texto para um fala do Caboclo Sete Luas.
"De todas as guiadas que vocês usam, a Branca é a mais importante, nunca se esqueça disso menino!"
Todos que já participaram de uma Gira de Jurema em algum momento ouviram e cantaram esse ponto ou pontos que falam sobre a família de Légua, mas acredito que poucos já pararam para pesquisar sobre a história dessa família muito popular do norte do Brasil.
Em muitos pontos sobre a família é comum dizerem ter vindo beirando o mar ou igarapés, mas isso muito possivelmente se refere a sua chegada no Brasil, pois conforme as histórias os integrantes dessa família foram para São Luís no Maranhao e se alojaram em Codó, que é uma cidade situada no cerrado, na bacia do Rio Itapecuru.
Codó é uma localidade reconhecida por seus terreiros, por ser uma região quilombola muito ligada ao Terecô, pelo Tambor da Mata e Tambor de Mina. Os cultos são relacionados com manifestações de Caboclos e Boiadeiros e para eles as entidades da família de Légua segundo a lenda da região de Codó são chamadas de "encantados". Ou seja, seres que teriam vivido na Terra e não morreram, mas se encantaram, tornaram- se invisíveis.
Uma das famílias mais importantes desse grupo é a de Légua Boji Buá da Trindade, também chamado de José Légua Boji Buá da Trindade. Ele é muito alegre, brincalhão e apreciador de bebidas. Essa família se subdivide por aproximadamente 72 falanges e é formada pelos pais de Légua de Boji Buá, sua esposa, irmãos e sobrinhos. Além de um grande número de filhos e netos, por isso frequentemente se escuta que “A família de Légua está toda na eira”. A Família de Légua é composta por membros determinados, fortes e alegres, são trabalhadores do Labor e quando chegavam da roça iam cantar, dançar e vibrar, o que passava uma imagem de que nunca se cansavam e estavam sempre em festa.
Quando se canta para essa família, é comum ver entidades colocarem chapéus e entoarem pontos sobre bois e outros animais do campo, pois a sua história é relacionada à mata e à lida com os elementos do mundo rural. As manifestações dessas falanges não são muito comuns na Umbanda, quando se manifestam normalmente ocorrem junto dos Caboclos e Boiadeiros, mas também podem vir junto dos Exus ou Príncipes na Jurema, sempre sendo muito respeitados.
Quando se diz que o Caboclo “brada” mais alto, afirma-se que aquela categoria de entidade é de Boiadeiros, homens e mulheres que lidam com o Gado, costumam gritar como se estivessem dobrando gado no campo. Segundo histórias, Légua tem seu nome ligado às memórias do tempo do cativeiro como protetor dos escravos e seu defensor nas lutas espirituais ou materiais travados com os senhores. Os negros viviam roubando gado para comer e quando o dono dava por falta do boi, começava logo a bater neles, nas senzalas. Um dia um negro estava sendo castigado, invocou a proteção de Légua e este fez com que o senhor visse o boi no Curral e parasse de castigá-lo. Este episódio explicaria o porquê várias doutrinas e pontos cantados de Légua falarem sobre boi.
Outra curiosidade é que o nome da família continua muito presente nas festividades de Bumba-meu-boi no Maranhão Considerado a mais importante manifestação da cultura popular do estado, e que tem seu ciclo festivo dividido em quatro etapas: os ensaios, o batismo, as apresentações públicas e a morte. Durante suas manifestações nos terreiros, as entidades pedem que sejam colocados bois na festa, dando detalhes de como precisam ser e até nome aos bois, como, por exemplo, o boi de seu Légua. O sentido da obrigação para com as entidades espirituais é vivenciado com respeito, fé e muita devoção.
A relação dos guias com a brincadeira é tão forte, que pode ocorrer, inclusive, dos próprios comporem as toadas de Bumba-meu-boi e entregar aos responsáveis para serem cantadas. Há casos, ainda, em que as toadas são compostas e cantadas pelas entidades espirituais, o que ocorre quando se trata de bois restritos aos Terreiros.
As entidades das falanges de Légua geralmente usam chapéu Panamá ou de couro, recebem oferendas e festas, gostam de vinho tinto, cerveja e cachaça, fumam charutos, cigarros, cachimbos. Usam lenços estampados, hora amarrados na cabeça por debaixo do chapéu, hora passado pelos ombros e por vez feito laços no braço e adoram Santa Barbara, com sua maior devoção e quando estão em terra sempre sorrindo muito, dançando e sempre estão alegres, lembrando que isso faz parte do arquétipo da falange, mas não significa que obrigatoriamente todos serão assim.
A família nos ajuda a crescer diariamente e perceber a importância que temos e que independente dos percalços do caminho, devemos levar uma vida com mais simplicidade, mais alegria, mais vibrante e que nunca percamos a devoção e fé.
Estou lendo o livro chamado “O mundo assombrado pelos Demônios” de Carl Sagan, tenho pensado muito como as ideias apresentadas nesta obra estão (ou não) presentes na Umbanda o qual pratico ao longo destes anos. Para aqueles que não conhecem, Sagan foi um escritor muito importante no que tange a divulgação cientifica, ele foi astrônomo, astrobiólogo e astrofísico. Escreveu mais de 600 artigos científicos, além de livros de ciência e ficção científica. Dentre seus livros mais famosos, devo citar; ”Pálido Ponto Azul", "Cosmos" (que virou série de streaming), “Contato” e "O Mundo Assombrado Pelos Demônios", que estou lendo neste exato momento.
Em "O Mundo Assombrado Pelos Demônios”, Sagan traz de uma forma intrigante discussões extremamente importantes sobre a pseudociência, e como ela vem sendo normalizada ao longo dos anos. Porém, neste texto gostaria me atentar apenas na expressão "Deus das lacunas” apresentada pelo autor bem no começo da obra.
O Deus das lacunas seria o “Deus” que estaria presente naquelas áreas onde ainda nós não teríamos a capacidade cientifica de compreender. Porém isto é uma pensamento muito limitado, pois tenta divinizar e minimizar um argumento de forma ignorante. De forma prática, explicaria o motivo do homem não ter ido ao planeta Saturno; ou seja, porque Deus não nos possibilitou. Contudo, este pensamento nos torna engessados tanto cientificamente quando no que diz respeito nossas práticas umbandistas.
Digo que esta ideia é limitada, pois em momento algum Deus irá estabelecer lacunas em sua criação. Em todos os pensamentos teístas é clara a presença de um Deus vivente, ou seja, Deus é vivido em tudo aquilo que existe, mesmo que essa criação não seja visível aos olhos humanos. Por sermos seres limitados, tendenciamos a chamar de divino (ou possível) apenas aquilo que conhecemos. De uma forma bem didática, durante a leitura deste texto pense em quantas árvores você conhece e quantos protozoários você conhece. Viu só, não é porque você não conhece que não existe. Sim, os protozoários existem e estão em todos os lugares praticamente.
Volto a dizer, não é porque você não vê algo que esta coisa não existe. Deus é vivente e não deixa lacunas, na verdade Deus habita as lacunas. As lacunas na realidade são pontos de vistas ainda em construção, ou seja não conseguimos enxergar nada ou taxamos como irrelevante dentro da nossa realidade. O nada, como conhecemos hoje é volúvel, ou seja ele tende a se modificar a medida que modificamos a forma como enxergamos as coisas. Esse pensamento fica claro quando lembramos das mulheres que eram queimadas vivas e taxadas como bruxas durante a Inquisição da Igreja Católica. Antes elas eram sentenciados por preparar remédios caseiros e chás, contudo este hábito hoje é bastante normal para nós umbandistas. Assim, o que antes era visto como um crime, hoje é um hábito singelo.
Quando digo que somos seres limitados, estou me referindo tanto do ponto cientifico quando espiritual. Nosso conhecimento científico está engatinhando nas mais diversas áreas. É recente o que sabemos sobre o nosso planeta, nossos animais, plantas, etc. E muitas vezes o desenvolvimento já aconteceu, apenas nós não conseguimos vê-lo. Em 1904 as pessoas na cidade do Rio de Janeiro se revoltaram e opunham a vacinação contra a varíola. O mesmo comportamento aconteceu em 2021, quando diversos grupos se opunham á vacinação do COVID-19, recorrendo a um Deus nas lacunas da ignorância. Pormenorizando os avanços alcançados pela humanidade e depositando sua crença e algo aleatório.
Quando pensando que somos seres limitados, por estarmos num estágio espiritual, isso é um fato e nos basta apenas aceitar. Neste momento, somos seres espirituais e estamos habitando a carne. O espiritual é um estado ilimitado e imagético, dotado de conhecimento e possibilidades. Porém quando abraçamos a causa da encarnação deixamos de lado estas capacidades ilimitadas e nos restringimos a condições físicas que antes não nos afetavam. Eu como cientista e umbandista tento sempre buscar respostas parcimoniosas em minha vida. Pensar num Deus das Lacunas é limitante tanto para a ciência quanto para a Umbanda.
Convido vocês para entender um pouco sobre um tema que a maioria de nós achamos ter o controle suficiente e total de quando dizemos conseguir a qualquer momento levantar o ânimo diante de determinadas situações colocadas em nosso caminho.
Tudo se baseia em vários pensamentos que surgem em nosso subconsciente, um deles é a aceitação daquilo que não podemos mudar, a partir do momento que temos o discernimento que não podemos controlar a maré do mar, mas podemos sim compreender sua calmaria diante de uma noite calma e serena de uma lua que transcende a força contrária da lua cheia, compreender o calor do sol em um dia de trabalho quando vamos em busca no nosso pão de cada dia, mesmo quando nosso corpo físico não correspondendo aquela tão importante necessidade de iniciar o dia com pé direito, apagar o fogo em um canavial quando o vento é mais forte que a vontade de trazer somente o ar para as canas que estão em chamas. É nesses momentos que devemos olhar para dentro de cada um de nós e perceber a nossa importância no universo e dignificar de todos os momentos oferecidos para vivermos com harmonia e equilíbrio.
A harmonia e o equilíbrio transcende além dos nossos olhos, dos nossos pensamentos e do nosso coração.
A humildade prevalece a frente de tudo e de todos, devendo ser baseada em todas as ações que são tomadas, seja ao falar com alguém, dar uma resposta, dar uma opinião, tomar uma decisão precipitada e por aí vai…
Devemos sempre procurar buscar a se equilibrar internamente para que possamos manter o nosso ânimo sempre em alto nível para seguirmos de forma sempre positiva na nossa caminhada.
Que saibamos acreditar sempre em cada um de nós, e que nos momentos de desânimo possamos sempre confiar no propósito positivo que está ligado diretamente aquela situação de aprendizado, e jamais se vitimizar pensando que jamais será capaz de virar a chave para o positivo.
Que a força de cada orixá esteja no comando de nossas percepções para tomarmos sempre a decisão correta diante dos momentos de dúvida e desânimo.
Hoje, o texto nos trás um tema que se enquadra em todos os aspectos em nossa caminhada terrena. A cada passo que damos na nossa vida, recebemos uma proteção individual de acordo com o nosso merecimento. Merecimento esse, que exige um controle mental absoluto diante das dúvidas presentes no nosso subconsciente que surgem a cada milésimo de segundo diante das nossas atitudes, lembrando que toda ação terá uma reação. É uma energia sutil que nos mostra a nossa fragilidade diante do mundo que estamos dispersos, diante das situações às quais estamos vivendo naquele determinado momento.
Já no momento que estamos sempre conectados com a espiritualidade, dispostos a colocar em prática o que foi designado a cada um de nós e que propusemos fazer, nos mostra a HUMILDADE que devemos executar diante do mundo. Dessa forma conseguimos sentir a energia de cada Orixá que está presente naquele determinado ciclo que estamos. Um sentimento que fala mais que palavras, que observa mais que os olhos de quem não acredita em que não se pode ver.
O sentir uma energia positiva, nos mostra a nossa utilidade diante de tudo que nos rodeia.
A proteção se baseia em tudo que pensamos positivamente!
Que saibamos pensar e vibrar positivamente!
Que possamos ser merecedores da proteção divina em todos os momentos de nossa caminhada!
Começaremos nosso texto falando sobre essa palavra que ressoa a todo momento no subconsciente de nós encarnados e desencarnados. Palavra que significa positivamente e negativamente em nossas vidas. Somos falhos e quando nos deixamos ser levados pelas emoções em situações que muitas das vezes achamos irrelevantes após serem disponibilizadas por nosso criador aos nossos olhos e aos nossos corações. Emoções que muitas das vezes deixamos de olhar e sentir seu lado positivo, que vêm nos trazer e mostrar o significado de algo e sentir a confiança do que é verdadeiro.
A confiança é a chave para todas as portas que estão disponíveis para sermos uma pessoa melhor a todo momento. Não adianta confiar em algo, se você não confia e não acredita em você! O confiar em você tem vários benefícios que ressoam positivamente nos caminhos de sua vida, proporcionando a você momentos bons e ruins que são apenas um contexto formado diante de ações que você permite e permitiu viver.
Confie mais em você, confie mais nos guias que te acompanham, confie mais nos Orixás, permita-se a permitir uma mudança positiva em sua vida, permita-se que seu equilíbrio fortaleça ainda mais a força que você carrega dentro do seu coração.
Yewá ou Ewá se trata de uma Yabá (Orixá feminina) pouco conhecida e cultuada na Umbanda, tendo sua ligação mais forte com o Candomblé. Conhecida por ser símbolo de beleza, encanto e sensualidade, possui grande sabedoria, pois é dona da vidência e intuição. Ewá é a irmã gêmea de Oxumarê, ambos são filhos de Nanã. Ela é capaz de transformar a água líquida em gás, criando a névoa e as nuvens.
Ewá age em nossa vida transformando tudo o que for necessário, abrindo nossos olhos e dissipando as brumas que mascaram a ilusão, que todos nós possuímos em alguma medida. Ewá é aquela que nos ensina que podemos ser capazes de nos transmutar para lutarmos por tudo aquilo que acreditamos.
É sincretizada com Santa Luzia pois essa Santa é a protetora dos olhos, a virgem e também há relatos em sua história que conta que Luzia era uma jovem que encantava a todos com a sua beleza, ela recebeu uma proposta de casamento, mas negou, pois tinha feito um voto de castidade. O pretendente insistiu, alegando que ela era linda demais e ele estava encantado com a sua beleza e os olhos que ela tinha. Por isso, Luzia sentiu forte inspiração para arrancar seus olhos e entregar a ele em uma bandeja, dizendo que a verdadeira beleza não se vê com os olhos, mas sim com o coração. Sua história é parecida com uma das lendas de Ewá que diz que ela recebeu diversas propostas de casamento ao mesmo tempo por ser muito bela; o salão de sua morada estava cheio de pretendentes, já irritada com todos os pretendentes brigando por sua causa e se sentindo pressionada a se casar, Ewá deu um estrondo que paralisou a todos, e iniciou sua transformação. Como um reflexo de sol, sua silhueta começou a perder a forma, até que restou apenas uma poça de água no chão. Essa poça começou a evaporar lentamente, subindo para os céus. Ewá não se casou com ninguém, mas colocou na mente dos homens que o amor surge de forma espontânea e não com brigas e disputas.
Assim como seu irmão Oxumarê, Ewá possui a cobra e o arco-íris como sua representação, porém se difere de Oxumarê em ambas as representações. Enquanto Oxumarê tem a cobra representando os ciclos (cobra comendo o próprio rabo), Ewá tem a cobra representando a transformação (troca de pele). Com o arco-íris temos Oxumarê sendo representado por todas as cores e Ewá é representada pela cor branca do arco-íris, a cor “oculta” dele; isto é, pelo fato dela ter o domínio do 6° sentido, do que se vê além dos olhos físicos.
Além dessas representações, ela traz também o céu estrelado como sinônimo de beleza e encanto, o céu rosado no fim de tarde, representando tanto a beleza como a transformação do dia para a noite e as névoas, nevoeiros representando o oculto e novamente a transformação. Ela também é protetora de tudo que é intocável pelo homem, tudo que é virgem.
Ela carrega consigo a espada, o arpão, ofá (arco e flecha) e a lira. Seu dia da semana é terça-feira e o dia do mês é 13 de dezembro. Suas cores são o rosa, coral e o vermelho vivo. Sua pedra é Âmbar e sua saudação é Ri Rô Ewá! (doce e branda Ewá!)
Jamais confunda a pureza de Ewá com ingenuidade, pois essa Orixá é muito esperta e astuta, por isso não queira nunca despertar a sua ira. É uma Orixá guerreira e de palavra firme, o que ela decide ou diz não há quem a faça mudar de ideia. O seu objetivo é proteger os que são puros e verdadeiros de coração e para compreender e se entregar totalmente ao seu ideal ela escolheu ficar sozinha e casta para sempre.
No candomblé acredita-se que Ewá rege somente a cabeça de mulheres, mas na nossa casa de umbanda ela rege a de homens também.
Os filhos(as) de Ewá são pessoas de beleza exótica, diferenciam-se das demais justamente por isso, possuem tendências a duplicidade, em algumas ocasiões, pode ser bastante simpática, em outras são extremamente arrogantes. Às vezes aparentam ser bem mais velhas, outras vezes parecem jovens. Apegados à riqueza, gostam de ostentar roupas bonitas e vistosas, sempre acompanham a moda. Adoram elogios e galanteios. São pessoas altamente influenciáveis que agem conforme o ambiente e as pessoas que a cercam, assim podem ser contidas, podem ser damas de alta sociedade quando o ambiente requisitar, podem ser mulheres populares, falantes e alegres em lugares menos sofisticados.
São pessoas vivas e atentas, mas sua atenção está canalizada para determinadas pessoas ou ocasiões, os que as levam com certeza a se desligar do resto das coisas. Isso aponta certa distração e dificuldade de concentração, especialmente em atividades escolares.
As filhas de Ewá são notadas pela beleza do rosto, nota-se logo pelos traços singelos, bem lapidados, bem trabalhados, normalmente tem o corpo esbelto e o andar silencioso. Os olhos costumam ser pequenos, lembrando um olhar de cobra, ou um olhar de pássaro. O nariz costuma ser pequenino e cheio de graça. As mãos pequeninas. Se forem brancas terão na sua pele a aparência de veludo, se forem morenas terão um brilho próprio.
As filhas de Ewá são preguiçosas e faladeiras, tendem muitas vezes a serem chamadas de arrogantes. Seu jeito pode não agradar muito as pessoas. A maioria delas são namoradeiras, se apaixonando muito fácil, são fofoqueiras, malcriadas, se julgam tão autossuficientes que não pedem ajuda a ninguém, preferem antes ajudar. Gostam de estudar, e detestam receber ordens. Em alguns momentos preferem se isolar, ficando sós com seus próprios pensamentos. São muitos determinados, são calmos, mas quando necessário torna-se briguentas. Não conte segredos a elas, pois não conseguem guardar nem os seus.
As filhas de Ewá são agitadas e são pessoas com saúdes debilitadas, com tendência a problemas respiratórios e intestinais. Por outro lado, são leais, carinhosos e alegres.
Profissionalmente se dão muito bem nos setores de Assistência social, professores, enfermeiras, médicas (principalmente pediatria), donas de casa, freiras, rezadeiras, curandeiras, feiticeiras, psicólogas, cabeleireiras, maquiadoras, jornalistas e escritoras.
As lendas antigas contam que sabendo da beleza de Ewá, Xangô decide conquistá-la, a Orixá fugiu dele de todas as formas possíveis. Um dia Xangô estava a dançar em um dos territórios de Ewá, onde a neblina tomava conta de todo o local. Ela então foi caçoar de Xangô do modo como ele dançava e o perguntou se ele não notou onde estava a dançar, Xangô todo cheio de si disse que ele agiria como quisesse e onde desejasse.
Ewá deixou bem claro que ali ela era quem governava e saiu, levando consigo a névoa, então Xangô notou que ele estava em um cemitério, toda sua energia e alegria dissipou-se, pois, a única coisa que ele teme é a morte, então o Orixá saiu dali correndo no mesmo instante.
Outra lenda que Ewá foi capaz de enganar a morte. Um dia ela estava a beira do rio lavando roupas, as quais ela carrega em uma gigante gamela (igba), e notou que de longe vinha um homem correndo desesperado por algo. Se sentindo disposta a ajudá-lo, ela jogou as roupas no rio e o escondeu dentro de sua igba. Logo em seguida Ikú surgiu (a morte) e a perguntou se ela havia visto um homem, calmamente ela respondeu dizendo que ele havia descido o rio correndo, assim Ikú passou despercebido. Ao sair da igba o rapaz se apresentou como Ifá e se apaixonou perdidamente por Ewá, a levando embora consigo com a finalidade de desposá-la. Ela aprendeu com Ifá o dom da vidência, mas não se tornou sua mulher.
“Chega, não aguento mais” uma frase forte, que pode ser usada em diversas situações. Faça uma reflexão de seu dia ou de sua semana, quantas vezes você disse ou mentalizou essas palavras? Mais do que isso, em qual contexto você às disse?
A frase acima possui muito efeito, porém na grande maioria das vezes utilizamos com sentido de nos vitimizar, para dizer que estamos cansados. Cansados muitas vezes das situações ou pensamentos que são frutos de nossas próprias ações, de nossas mentes. Reclamamos do fardo pesado, do dia cansativo, da casa bagunçada, do excesso de compromissos. Porém, esse fardo você aceitou carregar antes mesmo de encarnar, dia cansativo que você optou em ter, a bagunça da casa foi feita por você assim como os compromissos em excesso. Mais uma vez, “Chega, eu não aguento mais”.
Não aguenta, mas segue aguentando. Sem mudanças de posturas, rotina, de associação de pensamentos que tendem a se tornar uma bola de neve. A roda da vida nunca vai parar, os dias continuam e você seguirá aguentando.
E se déssemos um basta, se utilizássemos a frase num contexto diferente, a vibração emanada durante o pensamento que antecede uma fala ou uma ação, faz total diferença no que irá ser emanada ao universo. Afinal de contas, o que diferencia algo profano de algo sagrado, se não a energia e vibração que colocamos? Porque a bebida de um Exú é considerada por nós sagrada, e a bebida do bar não? PELA VIBRAÇÃO QUE NELA DEPOSITAMOS.
Então diga a você mesmo, todos os dias “Chega, eu não aguento mais”. Não aguento mais me colocar nas mesmas situações todas as vezes, não aguento mais ser parte de um relacionamento abusivo, não aguento mais meu sedentarismo, meus maus hábitos, minha rotina desgastante. E a partir daí faça a mudança, seja a mudança. Utilize a vibração a seu favor, vibre força, esperança, fé e principalmente amor, não enxergue a vida como um fardo, pois um fardo ela será.
Um dia de cada vez, utilize a frase para se motivar, para lhe dar força para mudança e faça essa experiência. Anote em um papel tudo o que você não aguenta mais, veja o que são escolhas suas e que é possível para mudá-las, ou melhor o que VOCÊ pode fazer para mudá-las, não tente mudar as atitudes dos outros, mude sua expectativa em relação a atitude dos outros. Se caso, alguma de suas anotações não for possível a mudança mais palpável, mais física. Anote como você mudaria aquela situação e reprograme sua mente.
Por exemplo; "Poxa, mais um dia desgastante de trabalho", se questione, "Consigo neste momento sair deste emprego? Conseguiria algo diferente agora para manter a mim e minha família?". Se a resposta for positiva, diga “Chega, não aguento mais” pare de reclamar e tome sua atitude. Caso a resposta seja negativa, diga mais alto ainda “CHEGA, EU NÃO AGUENTO MAIS” e mude seus pensamentos em relação ao trabalho, faça com que seja o menos doloroso, crie novos hábitos, para que não o veja como um fardo, até que tenha condições de fazer outras mudanças.
Quando estiver cansado das situações da vida, antes de desistir, antes de tomar qualquer atitude, descanse. Se você está cansado descanse e tome a decisão tranquilo, com a cabeça fria.
Essa semana eu estava observando as plantas de minha casa e me veio uma frase na cabeça que quero compartilhar com você leitor, ela diz o seguinte: “feliz é aquele que presta atenção no seu próprio caminho, pois para ele qualquer folha que cai é um aprendizado”.
Essa frase nos leva a duas reflexões que são de extrema relevância na atualidade. A primeira é sobre o cotidiano corrido e principalmente a quantidade de informações que são enviadas ao mesmo tempo para o nosso cérebro, fazendo com que a falta de atenção se faça cada vez mais presente no dia a dia. Este fato nos faz questionar se estamos realmente vivendo ou sobrevivendo à nossa rotina, pois a resposta dos nossos problemas podem se manifestar diversas vezes ao decorrer do dia, porém somente aquele que está atento aos detalhes percebe a mensagem. Então deixo a você um conselho, comece a notar as mínimas coisas que são feitas no seu cotidiano, a felicidade não precisa de feitos enormes para que seja despertada.
A segunda reflexão está relacionada ao ato de comparar a sua caminhada com a do irmão ao seu lado. Cada pessoa vai ter uma experiência de vida diferente, ninguém é igual a ninguém quando se trata do seu íntimo. Devemos focar nas nossas próprias conquistas e nos nossos próprios problemas para que a nossa realização interior seja alcançada. Comparar a sua vida com a de uma pessoa que você julga estar melhor que você é um grande erro. Ninguém alcança suas metas sem que antes passe por testes, sejam eles físicos ou psicológicos; esses testes são importantes para que você cresça e floresça.
Nós somos iguais as plantas, não adianta plantar hoje e querer colher os frutos amanhã, é preciso cuidar e dar a devida atenção para que com a ajuda do tempo divino todo o processo seja completado até que o brotinho vire uma grande árvore cheia de frutos. Foque em você e na sua própria caminhada, só você pode fazer acontecer, então nunca compare o seu progresso com o de outra pessoa, pois crescer nunca é igual!
Acho que o mais importante que eu posso falar pra vocês nesse estudo é sobre o respeito. Tudo dentro do terreiro é sagrado. O congá, as imagens, os instrumentos da curimba,a pasta de pontos, tudo é sagrado. E por ser sagrado deve ser manipulado com respeito e cuidado, tanto dentro como fora do terreiro. Então, por exemplo, se você é responsável por fazer o fumo ou a bebida daquela entidade, você não vai fazer de qualquer jeito. Você vai tirar um tempo pra colher aquelas ervas, vai colocar pontos pra você ouvir ou vai ficar cantando os pontos daquele arquétipo enquanto você faz o trabalho. Não é pra ser feito de qualquer maneira porque você está manipulando algo sagrado que vai ajudar várias pessoas depois que passar por você. O mesmo pensamento tem que ser mantido durante o cuidado com os demais materiais das entidades e não apenas daquela que você cambona ou incorpora e sim de todas as entidades.
Perguntado sobre sua visão sobre os cuidados com os materiais dos guias, o Caboclo 7 Flechas disse: “... É importante assim como guardar qualquer coisa pessoal. Tudo aquilo que se cuida dura e pode ser usado muito tempo. Se você ama você cuida, principalmente sabendo que aqueles materiais serão utilizados para ajudar outras pessoas assim como você já foi ajudado. Não é só o guia imantar o objeto de energia, é também o cambone cuidar. Devemos lembrar que tudo vibra e o amor, o cuidado colocado naquele objeto irá vibrar para outras pessoas também…”
Outro ponto muito importante é perguntar, se você não sabe de algo, pergunte antes de fazer. Às vezes você cambonou a entidade x que trabalha com as coisas de uma forma, em outro dia você irá cambonar a entidade y, que trabalha de outra forma e você faz o mesmo que fazia com a entidade x, você não sabe se pode fazer daquela forma. Então sempre que tiverem dúvida perguntem, seja pra entidade, para o dirigente da casa ou para algum irmão que já cambona aquela entidade, mas sempre pergunte.
Pontos importantes no cuidado com os materiais dos guias:
Lembrar de sempre pedir licença pra pegar em qualquer coisa de qualquer guia, se você não sabe se pode ou não pegar, pergunte antes.
Zelar pela organização dos materiais. Arrumar saquinhos e vasilhas pra guardar as coisas pra facilitar na organização e não deixar tudo jogado dentro da caixa, pois assim, as chances de algum material quebrar ou estragar é grande.
Zelar pela limpeza dos copos (olhar se está sujo, lavar depois da gira e guardar onde estava). Se não sabe se pode lavar com sabão e bucha, lave a mão e passe a mão no copo, para retirar as sujeiras.
Observar sempre a qualidade dos fumos/cigarros, isso ajuda a evitar que você entregue cigarros e fumos mofados para a entidade. Observar também a qualidade das bebidas (se não estão estragadas, no caso de bebidas feitas com ervas frescas ou bebidas que precisam ficar refrigeradas).
Observar se a garrafa que contém a bebida não está suja. Em caso de reaproveitamento de determinada garrafa, observar se não tem nenhum resto de erva estragada ou algo do tipo, preso na garrafa. Se acontecer, lave a garrafa ou jogue fora e arrume uma nova.
Ficar atento à presença de mofo dentro das caixas, se tiver, limpar. Às vezes precisa jogar alguma coisa fora, lembrando que, se for um objeto consagrado ou que você não sabe se é consagrado, pergunte ao guia. Passar verniz em caixas de madeira pra evitar mofo.
Colocar capas, cartolas, chapéus e outros materias dentro de embalagens pra evitar que fique pegando poeira e/ou umidade e estrague.
Lavar as capas dos exus (Importante perguntar a entidade sobre a forma que deve ser lavada, se deve ser lavado a mão ou se pode ir na máquina. Com qual frequência pode ser lavado).
Limpar os cachimbos porque com o uso e pela queima de fumo, eles entopem e podem ficar com um gosto forte.
Lembrar de sempre, ao final da gira, conferir se tudo foi guardado no seu devido lugar, se você guardou onde você pegou.
Procurar sempre repor o fumo/bebida e outro material que seja necessário antes de este acabar. Como dito em um dos textos sobre esse assunto, se não tiver, o guia vai trabalhar sem, mas ele vai ter que pegar aquela energia de algum outro lugar.
Etiquetar cada material com o nome do guia a qual ele pertence (facilita principalmente pra quando outra pessoa vai cambonar. A pessoa consegue identificar ali o que é de cada guia com mais facilidade porque tem o nome)